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A CONSTRUÇÃO CIVIL EM 2017

//A CONSTRUÇÃO CIVIL EM 2017
O ano de 2017 não deve ser o pior nem o melhor para a Economia.

O ano que se segue a uma crise econômica ou política costuma ser de acomodação e reestruturação. Segundo o consultor econômico Ricardo Amorim, a chamada Era da Informação ocasionou o maior crescimento já registrado entre os países emergentes. Em 2015, de cada U$1 produzido, U$0,73 vieram de países emergentes. Dessa forma é possível acreditar que o Brasil, na condição de emergente deve se recuperar em breve.

Além disso, a inflação que chegou a superar os 10% no final de dezembro de 2015, está prevista para terminar o ano um pouco acima do teto da meta. O último Boletim Focus aponta que o mercado espera que o IPCA (índice referência para a inflação) termine na casa dos 6,7% – ou seja, levemente acima do teto da meta.

Já para 2017, o cenário é muito mais otimista, o mercado espera uma inflação abaixo da meta, na casa dos 4,8%. O que isso significa na prática? Com a inflação sob controle, o custo de vida diminui e os salários ficam menos “achatados”. Isso faz com que as famílias que estão cortando custos passem a consumir mais, o que traz ganhos e movimentação para o mercado.

Outra boa notícia é que a taxa de juros, a Selic, que atualmente é de 13,75% ao ano, deve baixar em 2017. O Boletim Focus prevê uma taxa entre 10,7% e 11,7% para 2017. A expectativa é que em abril de 2018 a Selic atinja 10%. O número ainda corresponde à maior taxa de juros reais em todo o mundo, mas a sua queda deve deve incrementar o número de financiamentos e contratos de longo prazo. Isso deve aquecer a Economia, especialmente no que toca à compra de carros e imóveis: os produtos mais financiados no país.

Ainda segundo Amorim, os primeiros setores a se recuperarem depois de uma crise costumam ser o automotivo e o imobiliário. Apesar de não termos visto uma recuperação significativa em números ainda, as projeções apontam para que isso aconteça gradativamente. O consultor econômico aconselha que o melhor momento para investir é agora, em que o pessimismo domina quem está desinformado. O pior já passou e a recuperação deve ser lenta mas progressiva a partir de agora.

Fonte: Sienge

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